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Filosofia de Buteco


Por Questão de ética, retirei o post sobre orgulho. Peço desculpa a qualquer problema que causei



Escrito por Paulo às 01h05
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                             Supermauro Returns

 

Paulo Prendes

 

Nem mesmo a kriptonia, meteorito mortífero a um kripteriano, foi capaz de destruí-lo. Tão pouco os planos de dominação do mundo de Ed Luthor. O Supermauro retorna com mais força do que nunca voando baixo pelos arredores da Receita Federal, protegendo as coelhinhas de todo o mal.

 

O Audi-ator de aço esteve desaparecido por um tempo. Segundo informações apuradas pelo X-Officio, ele desapareceu devido ao uma dor no joelho causado pelo meteorito.

 

Para o editor do jornal, Paulo Avenia, o sumiço do herói ocorreu no mesmo momento em que o colaborador eventual e chefe substituto de Gabinete, Mauro Panella saiu em gozo de férias. “Sempre suspeitei dos sumiços inexplicáveis do Mauro e da qualidade de seus textos”.

 

Segundo o editor, o fato é dado não só pelos períodos coincidirem, mas também pela fisionomia “suspeita” dos dois. “É incrível a semelhanças dos dois. Até o óculos é igual. Sempre suspeitei dos sumiços no inexplicáveis e da qualidade e profundidade dos textos. Nós já estamos no processo de averiguação”

 



Escrito por Paulo às 10h24
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Gosto musical

Paulo Prendes

         "Sempre existiram músicas boas e músicas ruins, mas hoje as músicas ruins ganharam mais espaço" - palavras de Cleber Eduardo, editor assistente da revista Época. Nos dias atuais é difícil dizer o que é bom ou o que é ruim. Criou-se uma variedade muito grande de estilo, mas realmente as músicas ruins ganharam mais espaço.


         
Moda? Pode ser. Muitas pessoas gostam de uma determinada música por causa da tendência que ela traz. Hoje, muitos associam a uma época ou a um lugar, perdendo a identificação com um estilo. É fácil achar um sujeito que escuta uma música e depois de um tempo muito curto a esquece, adotando outra. Com certeza não são todos, sempre têm aqueles que escutam porque gostam ou se identificam com ela, mas  a maioria se modela de acordo com a época que vive.


         A mídia também é responsável por essa queda na qualidade, abrindo espaço em troca de dinheiro. Isso faz voltar naquilo que foi dito no começo, moda, tendência. Ela não vai colocar músicas com letras profundas e arranjos bem trabalhados e sim  aquilo que o publico quer ouvir, mesmo que isso seja de uma pobreza imensa.


         Não podemos mudar o gosto de ninguém, mas às vezes fica difícil ouvir coisas tão ruins fazendo sucesso, mesmo que seja por um tempo muito curto, enquanto músicos com talento impressionante não conseguem espaço para divulgar o seu trabalho.



Escrito por Paulo às 13h32
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Quanto mais velho o vinho melhor sua qualidade”


Segundo sommelier, a bebida não tem validade, desde que tome os cuidados necessários

Paulo Prendes


É comum em restaurantes, principalmente de comida européia, pedir um vinho para apreciar com a comida, mas como escolher o melhor dentre as grandes variedades do mercado? A cor varia de acordo com a casca da uva. Nessa categoria há o tinto, rosado e branco. Quanto ao teor de açúcar, existem o seco, meio-doce e o suave.

“Quanto mais velho o vinho melhor sua qualidade, mas não existe um 'melhor vinho'. Isso parte do gosto individual de cada pessoa” afirma o sommelier Armando Bisogni. “Hoje o vinho está dividido entre o velho mundo que é a Europa, como Itália, Portugal, Alemanha França onde começou a mais de mil anos e o novo mundo que são os países mais recentes a trabalharem com o vinho, Chile, Argentina, Brasil, Africa do Sul”, complementa.

A arte de beber um bom vinho não está apenas na bebida. Tudo começa pelo rótulo. Ele contém as informações mais importante como o produtor, a região onde foi fabricado, conteúdo do líquido e teor alcoólico.

O vinho europeu tem a porcentagem de álcool menor que os da América do Sul devido a insolação da região onde foi feito. Segundo Bisogni, “isso acontece porque na região onde tem mais sol, a uva adquire mais açúcar que se transforma em álcool”.

Há uma série de fatores que contribuem para a degustação. “Normalmente, ele não tem validade, desde que tome os cuidados necessários”, disse Armando. A garrafa deve ser mantida na posição horizontal para que o líquido fique mais encorpado. Deve-se evitar ambientes com umidade alta. Na hora de guardar o vinho é preciso tirar todo ar de dentro da garrafa.

“Não é bom guardar a bebida começada. O oxigênio é o pior inimigo do vinho, ele vira vinagre. Por isso que é bom mantê-lo deitado, porque a rolha acaba ficando umedecida, fechando seus poros, evitando que o ar entre em contato com a bebida”, afirma Bisogni.

A temperatura também interfere no sabor. Cada tipo de vinho tem a sua temperatura ideal. Se ele estiver muito quente, ressalta o açúcar, se estiver muto gelado, a acidez da uva.



Escrito por Paulo às 00h36
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Mancha negra

Paulo Prendes


Seria redundante dizer que o acidente do airbus da TAM foi o maior da história, como seria redundante também dizer que foi preciso morrer centenas de pessoas para o governo brasileiro tomar uma atitude, mas eu não poderia deixar de me manifestar em relação a isso.


A questão é que até uma tragédia vira discussão para a corrupção brasileira. Especula-se que o acidente ocorreu por falha técnica, pois a aeronave apresentava problemas mecânicos. Porém o problema vai além disso.


É o segundo acidente em menos de dez meses e mesmo assim não houve manifestação de nossos dirigentes. A única coisa que sabem fazer é empurrar a responsabilidade para o outro, enquanto milhares de vidas estão em jogo.


O aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do Brasil é também o mais polêmico. Primeiro por se localizar em uma metrópole como São Paulo. Segundo é a sua condição de segurança. A reforma das pistas era uma necessidade, mas os interesses políticos alto e a ganância das companhias aéreas falaram mais alto. Ela foi entregue antes da sua conclusão, sem as ranhuras que serviriam para escoar a água da chuva e gerar maior atrito quanto o avião aterrissasse.


O dia anterior, um avião da empresa Pantanal derrapou na pista devido ao acumulo de água. Isso não foi suficiente. Foi preciso acontecer isso para que tomassem uma atitude. Será que precisará um político ou um de seus familiares morrerem em um acidente para que alguma atitude de fato seja tomada?


Enquanto isso, políticos fingem que está tudo bem, falando asneiras quando na verdade deveriam estar reunidos estudando uma forma de melhorar o país. Precisamos parar de viver essa falsa democracia.


O povo já está cansado de corrupção e promessas. Já passou da hora de sairmos da condição de espectador. Temos uma parcela significativa, por sermos omissos. Não dá para ficar lamentando e ficar de braços cruzados esperando que algo aconteça com ele. Não podemos esperar que centenas de civis morram por irresponsabilidades.




Escrito por Paulo às 23h41
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Rogério, recordista de coração

 

O melhor futebol do mundo agora tem o maior goleiro artilheiro. Em um país onde as vitórias em campo e a revelação de grandes jogadores viraram rotina, o arqueiro são-paulino Rogério Ceni conseguiu mais uma marca na sua heróica trajetória pelo time do Morumbi ao atingir a marca de 64 gols na carreira.

 

Na penúltima rodada do primeiro turno, o goleiro além de defender um pênalti, fez os dois gols do empate com o Cruzeiro no Mineirão, ultrapassando o paraguaio Chilavert. Ao contrário do paraguaio que marcou 62 gols jogando por diversos clubes – inclusive pela seleção de seu país - Rogério quebrou o recorde de gols apenas com a camisa do São Paulo, clube ao qual nunca escondeu o seu amor e admiração.

 

            Hoje ele, sem dúvida, é o goleiro mais completo em atividade. Além de um excepcional debaixo das traves, sabe se posicionar na área e sua reposição de bola tanto com os pés quanto com as mãos é excelente. Fora do campo, sempre modesto, ele passa uma imagem humilde, de “um produto do clube” como se ele define.

 

             Sua moral continua intacta, mesmo depois da falha na final da Libertadores contra o Internacional, no Beira Rio. Na ocasião, ele foi o jogador que mais sentiu a derrota. “Trocaria o recorde de gols pelo título, trocaria (também) pelo título da Copa do Brasil que perdemos no Mineirão em 2000”.

 

             Apesar de sempre dizer que o recorde era secundário, Rogério Ceni conseguiu tamanha façanha. Talvez por não ter essa obsessão, tenha conquistado tudo que ele conquistou. “Nunca tive meta, não pensei em ser goleiro, nunca sonhei ser atleta profissional. Eu só vivi a vida. O destino quis assim”. O Rogério representa toda a nação tricolor e, sem dúvida, é o maior vencedor no São Paulo conseguindo escrever sua rica história no cenário mundial.

 



Escrito por Paulo às 15h49
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Recordar é viver

 

 Se essa copa não teve grandes jogos deixando muitos torcedores e especialistas frustrados, pelo menos ela foi um resumo da história das copas. Analisando friamente, todas as copas tiveram algumas coincidências de resultados, mas essa ultima traz curiosidades que cercam as principais seleções.

 

Vamos pela Itália. Assim como em 1982 ela entrou desacreditada e consagrou-se campeã. Outro fato curioso, a exemplo do que aconteceu com o Brasil em 1994, a Itália conquista o tetracampeonato após 24 anos.

 

A taça da copa também tem uma história interessante. Quando o Brasil foi tricampeão no México passou a ter a posse definitiva da taça Jules Rimet. A fim de substituí-la, a FIFA realizou um concurso para a  confecção da nova taça. O italiano Silvio Gazzaniga ganhou e a batizou de “Taça Fifa”.

 

Ela estreou na copa da Alemanha, em 1974. Agora em 2006, a taça passou por uma restauração pelas mãos do próprio criador, pois estava bem desgastada e a Itália teve a honra de erguê-la.

 

Vamos voltar um pouco no tempo. A copa de 94, nos EUA, teve seu primeiro campeão decidido nos pênaltis. Na oportunidade o Brasil conquistou o seu quarto título mundial. Na segunda decisão nos pênaltis, outra seleção conquistou o tetracampeonato.

 

Por falar no Brasil, a exemplo do que aconteceu em 1986, no México, ele foi eliminado nas quartas de finais pela França. Outra curiosidade. A seleção entrou como favorita e caiu no meio do caminho, como em 1982 na Espanha.

 

Saindo das derrotas, o técnico Luiz Felipe Scolari levou a seleção de Portugal ao quarto lugar, igualando o feito conquistado na copa de 1966, na Inglaterra, sob o comando do também brasileiro Otto Glória.

 

Porém um tabu ainda não foi quebrado. Desde 1966 somente seleções européias ganharam em copas disputadas na Europa e, ao contrário do Brasil, todas as seleções campeãs venceram pelo menos uma competição disputada em seus países.

 

 



Escrito por Paulo às 10h43
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Bem vindos ao meu novo blog!!!

            A idéia é proporcionar aos leitores um pouco de questionamento sobre os assuntos (bizarros) em cada texto. São assuntos de buteco mesmo, discussões, idéias debatidas em roda de amigos (geralmente com um copo de cerveja na mão)

            Espero que gostem e participem das discussões, dando opiniões e sugerindo temas a ser discutidos nas mesas de bares

Eu não gostaria de começar com esse texto, mas a situação pede e é a discussão do momento

Au revoir Brésil

 

A história se repete 20 anos depois. Uma seleção com alguns remanescentes da copa anterior, mais velhos. Mas ao contrário da seleção de 86, onde Zico, Falcão, Sócrates não tinham o mesmo vigor físico de 82, a seleção brasileira era melhor que o time pentacampeão na Coréia e no Japão, em 2002.

 

            Isso em tese, pois os craques como Ronaldinho Gaúcho, Kaká e Ronaldo não mostraram o que vinham desempenhando em seus clubes, principalmente o primeiro, eleito duas vezes o melhor jogador do mundo.

 

O quadrado mágico se tornou o quadrado pesado, pois seus principais articuladores, Kaká e Ronaldinho não se entendiam em campo, e a dupla de atacantes, Ronaldo e Adriano, não se movimentava em campo. Um dos atacantes que deveria se movimentar no ataque (função que funcionou muito bem com o Robinho na Copa das Confiderações) deveria ser o Ronaldo, abrindo a marcação e arrancando em velocidade, como nos tempos de Barcelona, mas não foi o que vimos. A figura pacata, fora de forma entrou no lugar daquele atacante decisivo de 98 e 2002.

 

A lateral da seleção foi outro ponto crítico. Cafu e Roberto Carlos não justificaram suas convocações. Preocupados em quebrar recordes, esqueceram de jogar futebol. Cafu até correu em algumas partidas apesar da idade, mas Roberto Carlos não fez absolutamente nada. Não acertava um cruzamento e falhava na marcação.

 

O único quadrado mágico que funcionou foi o da defesa. Tão criticada nos últimos anos, Juan, Lúcio, Emerson e Zé Roberto tiveram boas atuações, sendo o ultimo eleito duas vezes o melhor jogador da partida.

 

Quem disse que técnico não ganha jogo? Foi provado que sim na última copa com o Luiz Felipe Scolari e comprovado na Alemanha com Parreira. Ele mostrou que não tinha o controle total da seleção, como o Felipão tinha em 2002.

 

Eram nítidas a apatia e arrogância do técnico que deixou transparecer para o time. A declaração do Parreira na coletiva de imprensa de que ele não estava preparado para uma derrota, mostra bem a situação.

 

O resultado foi uma seleção apática nessa copa, jogando mal quatro das cinco partidas disputadas, sendo que esse único jogo foi contar o Japão, com o time considerado reserva.

 

            Nossos hermanos, tão criticados na derrota para a Alemanha por causa da arrogância em campo, perderam, mas de forma honrosa, lutando até o fim.

 

            Agora prevalece aquele ditado de “quem ri por último ri melhor”. Criticamos os argentinos nessa copa porque não sabíamos o que nos aguardava na tarde daquele sábado.

 

            Perder lutando, como foi em 82 e 86 (ironia do destino ou não) é aceitável, pois a derrota se torna digna. Agora ser eliminado da forma que foi é inadmissível. Não foi demérito da França, pelo contrário, eles jogaram o futebol deles, aplicado taticamente e marcando pressão os principais jogadores brasileiros, com Zidane e Henry (hoje, um dos atacantes mais completo do mundo) desequilibrando, mas o Brasil perdeu para ele mesmo. Perdeu para o próprio ego que foi maior que o futebol apresentado.

 



Escrito por Paulo às 15h42
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